CX Writing
Como a escrita orienta decisões em ambientes físicos, comerciais e expositivos
Sumário de CX Writing
Prefácio
Introdução: A palavra como parte do percurso
Capítulo 1 - O que é experiência de cliente - e onde entra o CX Writing
Capítulo 2 - Quando a palavra sai da tela e entra no espaço
Capítulo 3 - Informação, sinalização e arquitetura cognitiva
Capítulo 4 - Semântica em trânsito
Capítulo 5 - As pessoas passam: quando espaço define comportamento
Capítulo 6 - Microespaços, Mesoespaços e Macroespaços
Capítulo 7 - O que a museografia ensina ao CX Writing
Capítulo 8 - Tipografia e legibilidade no espaço físico
Capítulo 9 - Eventos, estandes e experiências temporárias
Capítulo 10 - Testes de uso e validação da experiência
Capítulo 11 - Físico + digital: phygital, QR e experiência omnichannel
Capítulo 12 - Quando a escrita vira sistema
Capítulo 13 - Service Design como base de experiência real
Capítulo 14 - Casos e benchmarks: CX Writing em ambientes reais
Capítulo 15 - Setores regulados: clareza sob obrigação legal
Capítulo 16 - A palavra como infraestrutura cognitiva e emocional da experiência
Posfácio: O que vem depois?
Agradecimentos
Informações técnicas de CX Writing
Aprenda a projetar linguagem que oriente decisões em espaços físicos e multissensoriais, garantindo uma experiência fluida e a redução de fricção CX.
- Título
- CX Writing
- Subtítulo
- Como a escrita orienta decisões em ambientes físicos, comerciais e expositivos
- Autor
- Bruno Rodrigues
- ISBN (físico)
- 978-65-83390-34-9
- ISBN (ePub)
- 978-65-83390-32-5
- Data de publicação
- 23 de junho de 2026
- Editora
- Brauer
- Número de páginas
- 236
- Como citar (ABNT)
- RODRIGUES, Bruno. CX Writing: Como a escrita orienta decisões em ambientes físicos, comerciais e expositivos. Joinville: Brauer, 2026.
Para quem é CX Writing
- Especialistas em Conteúdo
- Designers de Conteúdo
- Redatores de UX
Estrutura de CX Writing
CX Writing: Como a escrita orienta decisões em ambientes físicos, comerciais e expositivos.
Ao longo do livro, Bruno Rodrigues conecta escrita, sinalização, arquitetura cognitiva, acessibilidade, comportamento e service design para mostrar como palavras influenciam circulação, percepção, tomada de decisão e autonomia em ambientes reais.
Partindo de contextos como aeroportos, museus, hospitais, eventos, varejo e espaços de grande circulação, o autor apresenta princípios para estruturar experiências físicas e híbridas com menos fricção, mais clareza e maior capacidadede orientação.
O livro também discute temas como wayfinding, multissensorialidade, experiência omnichannel, linguagem crítica, contingência e operação da experiência.
A leitura propõe uma visão prática sobre linguagem como infraestrutura da experiência, conectando comunicação, comportamento e espaço físico em sistemas de orientação aplicados ao cotidiano.
Indicado para profissionais de UX, CX, Design, arquitetura, varejo, eventos, comunicação, sinalização e todas as pessoas envolvidas na criação de experiências físicas e digitais integradas.
