CX Writing

Como a escrita orienta decisões em ambientes físicos, comerciais e expositivos

Escrito por Bruno Rodrigues, Referência em escrita digital, pioneiro em UX Writing no Brasil, com mais de 20 anos de experiência

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Sumário de CX Writing

Prefácio
Introdução: A palavra como parte do percurso

Capítulo 1 - O que é experiência de cliente - e onde entra o CX Writing
Capítulo 2 - Quando a palavra sai da tela e entra no espaço
Capítulo 3 - Informação, sinalização e arquitetura cognitiva
Capítulo 4 - Semântica em trânsito
Capítulo 5 - As pessoas passam: quando espaço define comportamento
Capítulo 6 - Microespaços, Mesoespaços e Macroespaços
Capítulo 7 - O que a museografia ensina ao CX Writing
Capítulo 8 - Tipografia e legibilidade no espaço físico
Capítulo 9 - Eventos, estandes e experiências temporárias
Capítulo 10 - Testes de uso e validação da experiência
Capítulo 11 - Físico + digital: phygital, QR e experiência omnichannel
Capítulo 12 - Quando a escrita vira sistema
Capítulo 13 - Service Design como base de experiência real
Capítulo 14 - Casos e benchmarks: CX Writing em ambientes reais
Capítulo 15 - Setores regulados: clareza sob obrigação legal
Capítulo 16 - A palavra como infraestrutura cognitiva e emocional da experiência

Posfácio: O que vem depois?
Agradecimentos

Bruno Rodrigues

Referência em escrita digital e comunicação estratégica no Brasil, Bruno Rodrigues atua há mais de duas décadas ajudando organizações e profissionais a transformar linguagem em experiência. Foi um dos primeiros a introduzir o conceito de UX Writing no país e é autor de obras fundamentais sobre redação para meios digitais. Palestrante e professor, tem se dedicado a capacitar times em empresas de diversos setores, sempre unindo clareza, precisão e empatia no uso das palavras. Atualmente, pesquisa e difunde o impacto da Inteligência Artificial Generativa na comunicação, explorando como a semântica e a confiabilidade dos textos podem reduzir ruídos, ampliar a credibilidade e fortalecer a relação entre humanos e sistemas.